sábado, 28 de novembro de 2009




Uma mensagem de paz em favor da natureza e com muita música. Esse é o objetivo do Festival Cerrado Virtual, que, em sua sexta edição, faz um alerta sobre a preservação do segundo maior bioma do Brasil. O evento integra as comemorações dos 50 anos de Brasília, com o tema “Arte, música e consciência ambiental”, e reserva, para sexta e sábado, shows de grandes artistas no elevado do estacionamento do Mané Garrincha. 


Segundo a assessoria, devido ao atraso na liberação de recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) do GDF, o show que a banda norte-americana Public Enemy faria nesta sexta foi adiado para 12 de dezembro, em local a ser confirmado. A produção informa que o público pagante receberá, na arena do evento, um voucher que dará direito a desconto de 50% no show do Public Enemy.

Thayssa )





O riff de guitarra de "Voodoo child", canção de Jimi Hendrix gravada há 41 anos e parte do repertório do álbum "Electric Ladyland", foi eleito o melhor de todos os tempos, de acordo com uma eleição promovida pelo site "Music Radar", da qual participaram mais de cinco mil leitores.
Sweet child o' mine", do Guns N' Roses, ficou em segundo lugar, seguida por "Whole lotta love", do Led Zeppelin. "Smoke on the water", do Deep Purple, e "Layla", do Derek and the Dominos (banda liderada por Eric Clapton no início dos anos 70), completam o top 5.

"Voodoo child" é um "indiscutível campeão dos pesos pesos pesados da guitarra", disse Mike Goldsmith, editor do site, sobre a música gravada em 1968 e relançada depois da morte de Hendrix, em 1970, quando chegou ao topo da parada.

Uma comparação entre as primeiras 20 posições da lista mostra que os riffs de canções mais antigas parecem ser mais populares — apenas duas músicas da última década apareceram entre o primeiro e vigésimo colocados: "Plug in baby", do Muse (em 11º), e "Seven nation army", do White Stripes (15º).


Thayssa )

quinta-feira, 26 de novembro de 2009






Legião Urbana foi uma banda que abrilhantou os anos 80 e 90 aqui no Brasil. Liderada pelo vocalista já falecido Renato Russo, a banda que tinha como estilo o rock nacional, encantou e conquistou gerações.
Até hoje as musicas são lembradas e ouvidas por centenas de pessoas. Até que não teve a oportunidade de conhecer a banda formada ou mesmo o vocalista Renato Russo, é fã e adora as musicas. São gerações apaixonadas pela banda.


Thayssa )

As melhores músicas de todos os tempos.








A música tanto nacional quanto internacional tende revelar muitos artistas que com certeza irão fazer muito sucesso, e as músicas vão melhorando a cada dia que passa, principalmente o sertanejo, que uma das músicas que o povo brasileiro mais gosta, mas claro que outros também não estão de fora.



As músicas tem o dom de fazer com que você tenha uma imaginação, uma nostalgia daquilo que nós vivemos, que foi muito bom, mas acabou, ou que ainda estamos vivenciando ou que ainda vamos vivenciar.
O Victor e Leo é a dupla com mais agitação e que está contaminando a todos com o seu sertanejo universitário, as melhores músicas desses caras estão disponíveis letras, vídeos cifras na internet.

Meu eu em você
Borboletas
Fada
Tem que ser você
Lado errado
Timidez
Amigo apaixonado
Fotos
Vida boa
Arapuca


Thayssa )

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Um pouco da história da Música .



História da Música é estudo das origens e evolução da Música ao longo do tempo. Como disciplina históricahistória da arte e no estudo da evolução cultural dos povos. Como disciplina musical, normalmente é uma divisão da musicologia e da teoria musical. Seu estudo, como qualquer área da história, é trabalho dos historiadores, porém também é freqüentemente realizado pelos musicólogos. insere-se na
Em 1957 Marius Schneider escreveu: “Até poucas décadas atrás o termo ‘história da música’ significava meramente a história da música erudita européia. Foi apenas gradualmente que o escopo da música foi estendido para incluir a fundação indispensável da música não européia e finalmente da música pré-histórica."
Há, portanto, tantas histórias da música quanto há culturas no mundo e todas as suas vertentes têm desdobramentos e subdivisões. Podemos assim falar da história da música do ocidente, mas também podemos desdobrá-la na história da música erudita do ocidente, história da música popular do ocidente, história da música do Brasil, história do samba, e assim sucessivamente.


Thayssa )

O sucesso das músicas eletrônicas no Brasil

O sucesso das músicas eletrônicas no Brasil



As músicas eletrônicas estão cada vez mais se expandindo no mundo, aqui no Brasil isso não podia ser diferente, pois os jovens do país inteiro estão curtindo muito esse estilo de música que é tocado pelo chamado DJ.
Tais músicas costumam serem mais executadas em baladas, como danceterias, casas noturnas e raves, o principal público alvo da música eletrônica como já deu para notar são os jovens.
As músicas eletrônicas são criadas ou modificadas por aparelhos específicos que são sintetizadores, gravadores, computadores entre outros equipamentos digitais e podem ser consideradas dançantes em outros estilos, mas dentro do mesmo gênero como, trance, house, acid, entre outros.
Diversas músicas estão fazendo sucesso na atualidade, só que existe um CD para quem curte música eletrônica em todos os lugares e também para ouvir e dançar em casa, é o Summer Eletro Hits 5 e tal CD é uma verdadeira seleção de músicas internacionais eletrônicas do momento.


Thayssa )

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Música e silêncio festejam Aguardela










Gaiteiros de Lisboa, OqueStrada, Dead Combo, A Naifa com Sandra Baptista no baixo: o Megafone 5 lembrou João Aguardela no CCB.
A melhor homenagem é o silêncio, mesmo que a música tenha sido a vida de João Aguardela (2 Fevereiro de 1969 - 18 Janeiro de 2009). O Megafone 5, no Centro Cultural de Belém (CCB), teve as duas coisas: a carreira do mentor de projectos como Sitiados ou A Naifa passou na tela, em vídeos que o lembraram desde os 15 anos, pelo palco passaram Gaiteiros de Lisboa, OqueStrada, Dead Combo e, claro, A Naifa - com a companheira Sandra Baptista no baixo que era de Aguardela. A noite acabou num silêncio comovente.
Da rua vieram as pessoas que encheram a sala principal do CCB, o cortejo de figuras brancas montadas em sigway (idênticos aos da Polícia Municipal), em enormes triciclos, que animou a noite fria. O mote era dado pela música à porta do CCB: um sortido de João Aguardela versão megafone, o projecto individual que mistura enxada e beat (tão bem o mostrou um dos vídeos, lá dentro), tradição e presente. Ou o futuro, se se preferir.
Depois, lá dentro, houve muita música. Os Gaiteiros falaram de uma festa de gente que se uniu pela música tradicional e de liberdade e irreverência; os OqueStrada deram um tom mais confessional; os Dead Combo sublinharam que são pessoas como Aguardela que fazem acreditar que é possível ter uma identidade; A Naifa abriu a porta da intimidade - tendo convidados a rodar entre o baixo, que Sandra Baptista tocou na maioria das músicas, e a bateria.
Com um enorme coração pendurado do tecto do CCB, sempre vigilante e ali colocado antes do arranque dos concertos pelo cortejo de figuras brancas que abriu a noite, chegou o final da noite em tom de emoção. Ao palco subiram os pais de João Aguardela, o progenitor adivinhou a felicidade do filho, onde quer que esteja, por ter tantos amigos dedicados à volta da grande paixão (música). Na linha da frente, como se a família se alargasse à plateia, a música deu lugar a um silêncio de lágrimas que se ouviam enquanto os espectadores se retiravam da sala.


Thayssa )

terça-feira, 3 de novembro de 2009

‘A canção continua vivíssima’, diz José Miguel Wisnik


Compositor fechou Fórum das Letras com a aula-show ‘O fim da canção’.
Evento em Ouro Preto foi marcado pela diversidade cultural.






 O violão termina de entoar “Subúrbio”, faixa de Chico Buarque do seu álbum “Cidades” (de 2006) e o violonista – o maestro e articulista Arthur Nestrovski – puxa o microfone para falar sobre a escala cromática da música, um choro-canção. Assim, com passagens teóricas e boa música, seguiu a aula-show “O fim da canção”, apresentada pelo maestro ao lado do compositor e escritor José Miguel Wisnik, que fechou a programação da edição de 2009 do Fórum das Letras em Ouro Preto na noite desta segunda-feira (2).

O repertório da apresentação é variado – inclui músicas novas de cânones como Chico e Caetano Veloso, poemas musicados de Gregório de Matos, versões em português de canções de compositores clássicos Schubert e Schumann, além de parcerias de Wisnik com outros músicos, como Luiz Tatit.

“Na verdade nós fizemos um resumo de um ciclo completo de quatro aulas-show com o tema ‘O fim da canção’, que já apresentamos no Rio e em São Paulo”, explica Wisnik. “O título é baseado em uma entrevista que Chico Buarque deu há alguns anos, falando que a canção popular – nos termos da sua geração – havia morrido. Usamos a expressão como ma provocação, e mostramos que a canção na verdade está mudando, seja na ‘canção expandida’ de grupos como o Los Hermanos e o Radiohead, seja no rap, com seu ritmo e letras declamadas. A canção segue vivíssima, ela só está mudando”, completa.





Thayssa )

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Ensaio Beija-flor




A beija flor vem com o objetivo de voltar ao topo do carnaval carioca, os ensaios da bateria da Beija-Flor acontecem todas as segundas-feiras. Para 2010, a agremiação está com o enredo definido e vai trazer para a avenida o tema Brilhante ao sol do novo mundo, Brasília do sonho à realidade, a capital da esperança.

O tradicional intérprete da agremiação que conquistou três títulos nos últimos cinco anos, Neguinho da Beija-Flor, comanda os ensaios da escola de Nilópolis. Para voltar ao topo, após o título da Salgueiro em 2009, a Beija-Flor canta sobre a capital Brasília, classificando a cidade como o lugar da esperança em nosso país.  

A batucada tem início às 20h e quem quiser curtir um samba de primeira qualidade não precisa desembolsar nenhum centavo, já que a entrada na quadra é gratuita.





Thayssa )

Rhichahs





O carioca  da Gema é invadido pelo vozeirão que já defendeu grandes agremiações sambistas com seu talento. Rhichahs promove uma roda de samba com clássicos do samba, cantando sucessos de artistas como Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Fundo de Quintal, Cartola, Arlindo Cruz.

O músico já foi puxador de samba de escolas como Acadêmicos da Rocinha, Imperatriz Leopoldinense, Salgueiro, Estácio de Sá, Estação Primeira de Mangueira, Tom Maior, Portela, Leandro do Itaquera, entre outras. Acompanham Rhichahs os músicos Walter Silva (violão), Márcio Almeida (cavaquinho), Ari Bispo (tan tan e voz), Jaguará (percussão), Macalé (pandeiro), Felipe de Angola (percussão) e Silvão (surdo).





Thayssa )

Trilha sonora de 'Viver a vida' tem um toque feminino




Nas novelas de Manoel Carlos quem manda são as mulheres. A trilha sonora nacional de "Viver a vida", já nas lojas, segue a lógica do novelista: oito das 18 músicas são cantadas por mulheres, a faixa que abre o disco é a nova "A mulher que eu amo", de Roberto Carlos, e até mesmo a escolha da canção de abertura da trama tem um dedo feminino.
- A trilha da minha novela foi escolhida por quatro pessoas: eu, Jaime Monjardim (diretor da novela), Mariozinho Rocha (diretor musical da TV Globo) e Marcelo Toller, diretor artístico da Som Livre. Mas a música de abertura, com Tom, Miúcha e Chico, foi sugestão da minha pesquisadora, Mariana Torres - conta Manoel Carlos.
Mariozinho, que cuida das trilhas da Globo desde "Roque Santeiro", de 1985, diz que cada autor se relaciona de maneira própria com a música em suas tramas. Manoel Carlos, diz ele, é um dos que mais se envolve. Assim que soube, pelos jornais, que o produtor Mazzola "garimpara" uma música inédita de Raul Seixas e Paulo Coelho, o novelista mandou um e-mail para Mariozinho cobrando a presença da canção em "Viver a vida".
- Coincidentemente, o Mazzola tinha acabado de me enviar a música. Já estava na minha mão, mas ele é muito atento - conta o diretor musical.




O CD já lançado traz músicas das marias Bethânia e Gadú, Gal Costa, Simone, Ana Cañas, Cássia Eller, Tânia Mara e Bebel Gilberto, mas para Mariozinho isso não chega a ser algo surpreendente.
- Em qualquer trilha as mulheres vão mandar. O Brasil sempre está revelando cantoras. Agora me diga: qual foi o último cantor a estourar? Tem o Jorge Vercillo, que já está por aí há um bom tempo, e também entrou na trilha - constata.
Vercillo divide espaço no CD com Dalto, Ricky Vallen, Lulu Santos e o grupo Papas da Língua. Cada música serve, ensina o diretor musical, para "vestir" um personagem. Nas novelas de Manoel Carlos, impera o diálogo. Mariozinho monta a trilha, mas não tem a palavra final. 


- Cada um dá as suas sugestões e procura-se um consenso. Por essa razão, uma música não foi escolhida unicamente por uma pessoa, mas pelos quatro, pois houve concordância - explica Manoel Carlos, por e-mail. 
- Dificuldade mesmo foi o Roberto Carlos liberar a música para o disco - brinca Mariozinho. Porque com Manoel Carlos, parceiro em outras tramas, não há dificuldade: 


- Ele demorou para mandar a sinopse de "Viver a vida" e eu comecei a ficar preocupado. Então ele me disse: "Você já não fez outras novelas minhas? Eu faço a mesma novela há 20 anos!" - ri o diretor musical.
Além de "Viver a vida nacional", já foi para as lojas a trilha "Viver a vida - Lounge internacional", com músicas de Pet Shop Boys, Bliss e Sarah Brightman. Ainda sem previsão de lançamento, haverá um "Viver a vida Nacional 2", com faixas de Erasmo Carlos e Caetano Veloso, entre outros, e um "Viver a vida internacional".


Thayssa )