Compositor fechou Fórum das Letras com a aula-show ‘O fim da canção’.
Evento em Ouro Preto foi marcado pela diversidade cultural.
Evento em Ouro Preto foi marcado pela diversidade cultural.
O violão termina de entoar “Subúrbio”, faixa de Chico Buarque do seu álbum “Cidades” (de 2006) e o violonista – o maestro e articulista Arthur Nestrovski – puxa o microfone para falar sobre a escala cromática da música, um choro-canção. Assim, com passagens teóricas e boa música, seguiu a aula-show “O fim da canção”, apresentada pelo maestro ao lado do compositor e escritor José Miguel Wisnik, que fechou a programação da edição de 2009 do Fórum das Letras em Ouro Preto na noite desta segunda-feira (2).
O repertório da apresentação é variado – inclui músicas novas de cânones como Chico e Caetano Veloso, poemas musicados de Gregório de Matos, versões em português de canções de compositores clássicos Schubert e Schumann, além de parcerias de Wisnik com outros músicos, como Luiz Tatit.
“Na verdade nós fizemos um resumo de um ciclo completo de quatro aulas-show com o tema ‘O fim da canção’, que já apresentamos no Rio e em São Paulo”, explica Wisnik. “O título é baseado em uma entrevista que Chico Buarque deu há alguns anos, falando que a canção popular – nos termos da sua geração – havia morrido. Usamos a expressão como ma provocação, e mostramos que a canção na verdade está mudando, seja na ‘canção expandida’ de grupos como o Los Hermanos e o Radiohead, seja no rap, com seu ritmo e letras declamadas. A canção segue vivíssima, ela só está mudando”, completa.
( Thayssa )
O repertório da apresentação é variado – inclui músicas novas de cânones como Chico e Caetano Veloso, poemas musicados de Gregório de Matos, versões em português de canções de compositores clássicos Schubert e Schumann, além de parcerias de Wisnik com outros músicos, como Luiz Tatit.
“Na verdade nós fizemos um resumo de um ciclo completo de quatro aulas-show com o tema ‘O fim da canção’, que já apresentamos no Rio e em São Paulo”, explica Wisnik. “O título é baseado em uma entrevista que Chico Buarque deu há alguns anos, falando que a canção popular – nos termos da sua geração – havia morrido. Usamos a expressão como ma provocação, e mostramos que a canção na verdade está mudando, seja na ‘canção expandida’ de grupos como o Los Hermanos e o Radiohead, seja no rap, com seu ritmo e letras declamadas. A canção segue vivíssima, ela só está mudando”, completa.
( Thayssa )

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